BOTAR BOCA NO TROMBONE – REUNIÃO COM SETRAN

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MOTIVOS PARA VIR A REUNIÃO DA 17H30
  •  tem idéias para melhorar o trânsito
  • está insatisfeito, e quer que arranjem soluções
  • quer contar um causo curioso
  • precisa jogar na roda uma demanda
  • quer saber como que se desenvolve benfeitorias e tomar conhecimento atravancos.
Prezados,

Na próxima segunda-feira, 26 de setembro, a Coordenação de Mobilidade Urbana no Trânsito, da Secretaria Municipal do Trânsito (SETRAN) vai realizar a reunião mensal com ciclistas, e seria muito importante contar com a sua presença. Destacamos que o encontro será realizado na Bicicletaria Cultural (Rua Presidente Farias, 226) no mesmo horário de sempre.

 

Serviço:

Reunião Mensal com os ciclistas

Data: 26/09/2016

Horário: das 17:30 às 19:30

Local: Bicicletaria Cultural (Rua Presidente Farias, 226)

Maiores informações: 3221-2174

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COMO JOINVILLE SE TORNOU CIDADE DAS BICICLETAS

Nos anos 1970 a difusão do uso do meio de transporte alternativo na cidade foi tema de reportagens de jornais de circulação nacional

Na semana em que as atenções se voltam para reflexões e ações relativas ao trânsito, e a bicicleta volta a ser apontada como um meio de transporte limpo e saudável, o ND foi atrás da história da bicicleta na cidade, para tentar entender como surgiu o título de “Cidade das Bicicletas”. Nos anos 70, o termo “Cidade das Bicicletas” foi incorporado a Joinville e o assunto foi tema de reportagens de jornais de circulação nacional. O Jornal “O Globo”, de 1º de setembro de 1972, exibiu reportagem de uma página dando destaque ao hábito de pedalar e a cidade com menor índice de enfartos no país – os médicos associavam ao bom estado físico dos moradores, já que pedalar queima a gordura prejudicial ao organismo.

“Recente pesquisa feita pela Univille indica três bicicletas a cada domicílio”, conta Valter Bustos - Luciano Moraes/ND
“Recente pesquisa feita pela Univille indica três bicicletas a cada domicílio”, conta Valter Bustos – Luciano Moraes/ND

 

Em uma das maiores fábricas da cidade, eram 4.000 operários ciclistas. Dizem, inclusive, que foi em Joinville que surgiu o termo “bicicletário”. Em função do grande número de funcionários que usavam bicicletas, as fábricas construíram estacionamentos específicos.  E para incentivar o hábito, algumas indústrias mantinham, também, equipes de ciclismo. Em horários de saída das fábricas e do comércio, era possível presenciar congestionamentos de bicicletas. Algumas das placas de trânsito eram destinadas apenas a ciclistas.

As marcas utilizadas eram as mais variadas, como as famosas alemãs Durkopp e Goricke, além de Centrum, Hunber, Norman, Maraton, Prosdócimo, Rabereic, Kroon, Caloi, Bristol, CM, Guliver ou Monark – algumas nacionais, outras importadas.

O único museu da América Latina

Joinville sedia o único museu da bicicleta da América Latina. É o MuBi, que fica na Estação da Memória e recebe mais de 15 mil visitantes a cada ano. São cerca de 16 mil itens que dizem respeito à história da bicicleta: desde pequenos souvenires até bicicletas antigas, montadas e que reúnem inúmeras curiosidades. Para o coordenador do museu, Valter Bustos, o uso da bicicleta continua em alta em Joinville.

“Recente pesquisa feita pela Univille indica três bicicletas a cada domicílio”, conta. Além da utilização do veículo para o trabalho, o lazer e o cicloturismo também estão inseridos no cotidiano do joinvilense. Em todos os dias da semana, grupos se organizam para passeios ciclísticos, de acordo com os interesses e disponibilidade, segundo Bustos. E mais: turistas paulistas, cariocas, mineiros e de outros locais do país procuram a cidade para andar em suas trilhas, apreciando a natureza local.

Conforme o pesquisador, a partir de 2007, com o carro mais caro e o transporte coletivo deixando a desejar, o joinvilense resgata a ‘zica’ como um fator de economia. Com cuidados mínimos de manutenção, a bicicleta tem uma vida útil de 15 anos, se muito usada. “É durável, acessível, de baixo impacto econômico e não polui o ar”.

Bustos descobriu que o apelido “zica” nasceu no dia a dia das pessoas e é uma forma carinhosa de se referir ao meio de transporte. “Não sabemos como surgiu. Se perdeu no tempo”, diz. Para ele e para muitos joinvilenses, não importa como ela é chamada, a bicicleta vai ser sempre lembrada pelos momentos de liberdade em dias de lazer ou pela praticidade e economia no dia a dia de trabalho.

Hoje, Joinville tem 146 quilômetros de extensão de ciclovias. Segundo a Prefeitura, a projeção é aumentar, até 2025, para 730 km de extensão. “Quase 12% dos deslocamentos são feitos por bicicletas, índice muito acima da média nacional, que é de 1,75%. O objetivo é atingir um índice a 20%”, explica Diego Piffer Rosa, gerente de Imprensa da prefeitura. Como não existe mais o registro das bicicletas, o órgão não tem estimativa oficial do número delas na cidade.

Relação bicicletas x habitantes de Joinville

1950 – 9.795 bicicletas – 46.550 habitantes

1972 – 70 mil bicicletas – 126 mil habitantes

1987 – 100 mil bicicletas – 350 mil habitantes

Fonte: Arquivo Histórico de Joinville

CHEGOU O LIVRO DO BLOGUEIRO MAIS CONHECIDO

O ciclista esclarecido

ansiedade no trânsito, motoristas perigosos e outros obstáculos no caminho para a transcendência sobre duas rodas

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O uso da bicicleta como meio de transporte alternativo nos centros urbanos já é uma realidade, e a prática tem atraído dezenas de novos adeptos a cada ano. No entanto, aqueles que pedalam para se locomover pela cidade ainda encontram diversos obstáculos em seu caminho para a mobilidadesobre duas rodas: escassez de ciclovias, motoristas descuidados, pedestres desatentos e companheiros ciclistas que cometem gafes como “salmonar”, “pegar vácuo” na roda alheia, ou que apresentam um comportamento excessivamente competitivo no trânsito, engajando-se em corridas até o próximo sinal vermelho.

Em “O Ciclista Esclarecido”, Eben Weiss, o blogueiro nova-iorquino por trás de bikesnobnyc.blogspot.com, onde escreve sob o pseudônimo de BikeSnobNYC, lança um olhar crítico sobre diversos aspectos relacionados à cultura da bike como meio de transporte. Com seu humor característico, alguns comentários ácidos e uma linguagem leve e descontraída, o autor apresenta as dores e as delícias de locomover-se de bicicleta, distribuindo conselhos muito necessários e propondo a seguinte questão: se nos tornarmos transeuntes melhores, isso nos fará ser pessoas melhores?

Uma leitura indispensável para todos os ciclistas urbanos, que certamente se identificarão com diversas situações narradas e poderão repensar algumas de suas atitudes; e também para aqueles que ainda não adotaram a bicicleta como meio de transporte, mas enfrentam o trânsito das grandes cidades, compartilhando esse espaço com os que se locomovem sobre duas rodas, e que, após a leitura deste livro, poderão começar a considerar seriamente mudar a forma como transitam e, quem sabe, até mesmo entrar neste universo dos “Transeuntes Eleitos” que circulam de bicicleta.

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Autor: Eben Weiss
ISBN: 978-85-86368-22-0
Gênero: Ciclismo
Páginas: 240
Formato:  12,5 x 17,8 cm

CHEGOU O MAIS FAMOSO GUIA DA BICICLETA.

Vá de bike

Um guia radicalmente prático para você andar de bicicleta

capa-va-de-bike-releaseQuantos de nós já não viram ciclistas paramentados dos pés à cabeça, de capacete e roupa de lycra em cores berrantes, que parecem estar prontos para as Olimpíadas?

Para Grant Petersen, “andar de bicicleta é menos um mergulho com cilindro de oxigênio e mais uma pelada”, e a indumentária é dispensável se seu objetivo é fazer um passeio leve e divertido. Você pode usar roupas de ciclistas profissionais – especialmente se quiser pertencer a alguma tribo de ciclistas –, mas isso não é necessário para pedalar bem. Uma simples camisa de algodão e uma bermuda, por exemplo, ventilam melhor e permitem uma pedalada mais do que confortável.

Em Vá de bike – um guia radicalmente prático para você andar de bicicleta, Petersen desmistifica essa e inúmeras outras pré-concepções que temos sobre o ciclismo, demonstrando por meio de suas próprias experiências que pedalar é algo fácil e prazeroso, e assim deve permanecer.

Com seu know how o autor nos apresenta ao mundo dos ciclistas profissionais e amadores, poupando o leitor de firulas e indo direto ao ponto; a ordem é simplificar. Por exemplo, ele dá dicas para que você prepare seu corpo para ser saudável e aproveitar mais a sua bike. O mesmo vale para a escolha dos acessórios: priorize o conforto. Por que parecer um corredor profissional, em vez de, simplesmente apostar mais na diversão? Toda e qualquer escolha será bem-feita se for baseada na simplicidade. Este é o lema de Petersen.

Vá de bike é organizado e escrito de forma prática e sagaz, que reflete as ideias de Petersen a propósito do ciclismo. Capítulos como ‘Pedale como uma fada, não como um boi’, ‘Aviso: seu sinalizador pode matá-lo’ e ‘Como fazer sua família odiar bicicleta’ mostram um lado menos convencional – e chato – do ciclismo, ilustrando a ‘velosofia’ do autor: “Sua bicicleta é um brinquedo. Divirta-se com ela.”

A bicicleta deixou há muito de ser uma simples alternativa aos meios de transporte convencionais ou uma forma de lazer para representar um verdadeiro estilo de vida. A Shimano, uma das principais expositoras no Cycle Fair 2013, realizada de 7 a 10 de novembro em São Paulo, expressou grande interesse de investimento na América Latina, especialmente no Brasil – a projeção de crescimento desses países é de até 15% para este ano, enquanto a previsão para o resto do mundo é de 4%. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicleta, Peças e Acessórios (ABRADIBI), o mercado de bicicletas é o que mais cresce no mundo, e o mercado brasileiro corresponde a mais de 50% do latino-americano. Aqui são produzidas 6 milhões de bicicletas por ano, e a frota circulante é de 80 milhões. O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo, atrás apenas da China e Índia, e o quinto maior consumidor de bikes.

Em outro movimento importante, o jornal Valor publicou recentemente matéria sobre a compra da Caloi, maior fabricante de bicicletas brasileira, que domina 40% do mercado, pelo grupo canadense Dorel, que tem como objetivo promover o abastecimento dos mercados nacional e internacional por meio de exportações. A empresa tem um centro de tecnologia e logística em Atibaia (SP), e sua fábrica em Manaus, a maior unidade industrial de bicicletas fora do sudeste asiático, produz mais de 700 mil unidades por ano.

Tais dados demonstram que o ciclismo tem encontrado cada vez mais adeptos, graças a seu caráter versátil, que promove desde a redução da poluição até o bem-estar físico e mental de seus usuários. Para os apreciadores de bicicletas que sempre quiseram se dedicar ao ciclismo e a uma vida mais livre e de qualidade, Vá de bike é o guia indicado para a iniciação nesse estilo de vida baseado na simplicidade.

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Autor: Grant Petersen
ISBN: 978-85-6294-818-3
Gênero: Ciclismo e Esportes
Páginas: 248
Formato: 11,5 x 22,8 cm

fonte: http://lexikon.com.br/va-de-bike

Celebrando boas idéias para o cultivo de um corpo social