#2 programa de radio pedaleira “dia mundial sem carro” e “Infraestrutura provisória para a Mobilidade Ativa” com henrique jakobi

Dia 22 de setembro – equinócio da primavera, florescendo um inverno em Curitiba fora de época, pois estava muito tímido, enquanto agora nos resta, aguardar a chuva pra nos regar e nos abastecer. Além disso, mundialmente, lançado por organizações internacionais em 1996 para nos lembrar de tantos problemas evitáveis gerados pelos automóveis, dia 22 é o dia mundial sem carros.

Só em 2018 foram mais de 41mil mortes no trânsito no Brasil. Imagine Que o impacto desse dia sem carros pouparia 112 pessoas. Sabe, fiz uma pesquisa tentando descobrir a quantidade de carro per capita em nosso município, e vi que há uma disputa entre curitiba e belo horizonte mas o que é certo é que neste período pandêmico, as pessoas estão mais inclinadas a repensarem seus deslocamentos. E cada agente que compôe o trânsito tem que fazer isso mesmo, repensar! 

Video no YouTube também disponível no Facebook:

https://fb.watch/14u9Z1k9Mm/

Essa data faz uma chamada coletiva para nos perguntarmos AFINAL, quem manda em quem, se o carro dita onde vc vai e consequentemente seu direito de ir e vir ou se você está livre para ir onde quiser independente de ter ou não um carro – pois eis que esta é a real liberdade: você não precisar ter carro para chegar onde quiser. Engraçado que é exatamente esse mote de todas as propagandas de automoveis, né. Quando ela mostra liberdade, ruas vazias, velocidade e aventuras, na verdade é exatamente o inverso que o carro promove. Seu distanciamento com o meio ambiente, sua passividade em relação aos desafios, uma imensa irresponsabilidade com a velocidade e um cenário arido e solitário. Mas Tal qual o açucar refinado, entre outros males, normalizamos. 

E tb Por esses motivos , que além das sugestões que o dia 22 de setembro traz, está somado nesse periodo, nacionalmente, informações e eventos com a semana nacional do trânsito.

E pra nós que estamos mais despertos em relação a carrodependencia, dia  22 de setembro sempre foi a data que eu e minha família celebramos com a bicicleta nas ruas, as vezes num  grupo de 2mil pessoas ou até mais. Sempre é uma festa! Aqui, a BC fica acelerada desde cedo, pessoas fazem ultimos ajustes, montam placas e baloes, se fantasiam lá mesmo, pintam a bicicleta, acoplam instrumentos, todos celebram com as crianças e quanto mais chegam famílias, mais fica aparecido com uma festa de virada de ano. Porque além de tudo é isso! Alguns se vestem de branco, tem ótimas sacadas, e as crianças ganham uma perspectiva da cidade e do caminho que é única, pedalando nas ruas, de bike, seguras e entre amigos, cantando. As músicas são mais ou menos assim: “menos carros, mais bicicleta”, “mais adrenalina menos gasolina”, “mais amor menos motor”, “arroz feijão, menos Co2”    essas são as tradicionais, cada evento gera um, e  você ouvinte, me lembra por favor, nos lembre e tb nos sugira, por favor, mais frases de guerrilha. 

***

Na região CENTRO OESTE: Com total de 6.832.152 motoristas habilitados e total de 10.018.407 em quantidade da frota de veículos motorizados com destaque para Distrito Federal com total de 1.641.181 sendo 671.757 mulheres e 969.431 homens e;  Goiás com total de 2.675.317 sendo 943.749 mulheres e 1.732.168  homens.

Na região NORDESTE: Com total de 11.406.194 motoristas habilitados e total de 18.523.439 em quantidade da frota de veículos motorizados

Na região NORTE: Com total de 3.848.314 motoristas habilitados e total de 5.670.922 em quantidade da frota de veículos motorizados

Na região SUDESTE: Com total de 37.838.700 motoristas habilitados e total de 51.483.915 em quantidade da frota de veículos motorizados com destaque para São Paulo com total 23.070.569 sendo 8.883.078 mulheres enquanto no Rio de Janeiro, o total é de 5.808.423 sendo 1.839.459 mulheres e ainda, em Minas Gerais com total de 7.431.349 sendo 2.518.649 mulheres

Na região SUL: Com total de 14.513.988 motoristas habilitados e total de e 20.892.455 em quantidade da frota de veículos motorizados com destaque para Parana total 5.333.233 sendo 1.981.443 mulheres e 3.351.780 homens. Em Santa Catarina o total é de 4.023.635 sendo 1.515.132 mulheres e no Rio Grande do Sul, o total é de 5.157.130 sendo 1.761.292 mulheres.

Em suma, no BRASIL são 74.439.348 de motoristas habilitados e 106.589.438 em quantidade da frota de veículos motorizados, sendo 54% automõveis, 22% motocicletas e 7% caminhonete. Este é um breve compilado das informações coletadas sobre quantidade de motoristas habilitados e carros em algumas regiões do Brasil*

***

E não é a bicicleta, a única solução para a carrocracia – esse é que é o barato, há várias soluções! 

Olha só, se o transporte público for mais atrativo, barato, mais limpo e comprometido com horario – nós economizaremos. Se tivermos mais calçadas e iluminação necessária, seremos mais ativos, e isso é que tb nomeia o outro nome que é dado para esse dia, – é o DIA DA MOBILIDADE ATIVA. Enfim, Nós, a população, precisamos agir com consciência, se relacionar com a cidade e com a cidadania e ainda nós, ciclistas, precisamos nos reconhecer, valorizar os grupos e pedir por um lugar mais seguro e cúmplice em relação a nossa escolha de pedalar.

PODCAST disponível também no site:

Estamos em periodo de transformações e atentos a novas demandas, e mesmo que de forma provisória, precisamos agir! Foi então lançado este mês para todo o Brasil, o manual de “Infraestrutura provisória para a Mobilidade Ativa” – publicada pela UCB – União dos Ciclistas do Brasil e pela Cicloiguaçu – Associção dos Ciclistas do Alto Iguaçu

Infraestruturas Provisórias para a Mobilidade Ativa: Medidas de ciclomobilidade para adaptar as ruas no combate à pandemia

Esse trabalho foi desenvolvido por João Bazzo, Antonio Carlos Miranda, Luiza Dittert, Yasmim Reck e por Henrique Jakobi – que é nosso convidado. Designer e mestre em trânsito seguro e sustentável e corpo técnico da Cicloiguacu, ele assina junto com um time de técnicos dedicados e profissionais e nos traz indicações do que fazer para a cidade prevenir a contaminação da covid19 com medidas de ciclomobilidade.

São 57 paginas que propõe entre ilustrações fantásticas e claras, a segurança viária em contexto de pandemia. 

Henrique Jakobi – Vamos renovar a vida em nossas cidades?

  1. Quais são as medidas que o manual oferece para a prevenção da covid19:
  1. Você considera que o manual propoe 100% de ações práticas.
  1. Porque Infraestruturas cicloviárias fazem parte da solução para prevenção da pandemia?
  2. E o que são estruturas pop ups que aparece no capitulo sobre urbanismo tático
  3. vc já viu surgir efeito do manual. no capitulo 2 o manula menciona uma ação temporária que atualmente está em carater mais definitivo agora, proximo a rodoviária, ou será que me enganei
  4. e tudo tem um periodo em que a cidade avança com a proposta, qual foi o periodo daquela transformação incrível numa rua de Nova York, num cruzamento super hostil de ruas largas para cruzar como pedestre e até motociclista, para daí ter uma praça no meio, eu que morei em SP praticamente vi ali um trecho do centro igualzinho…
  5. Vamos lembrar que nos está imposto o distanciamento físico, e que respondemos num profundo movimento de coesão social
  6. Sobre a ciclologística é um serviço super impactante não é mesmo, vc acha que ele se desenvolverá mais com mais infraestrutura. O manual traz um capitulo sobre ciclologística, pois ele abrange diversos setores nessa atividade de logistica e comercial, atinge empresas, produtores, entregadores ciclistas e uma atenção do setor publico – lembrando que temos 2 projetos que buscam regulamentação na camara dos vereadores, um com autoria da vereadora prof Josete e outra da vereadora Maria Leticia.
  7. Nas imagens há modelos provisórios e inclusive o desdobramento das mesmas propostas pra algo permanente, vc acha que isso depende de um orçamento mais parrudo
  8. e assim como a via calma, o manual traz sugestões para circulação e tem a chance de promover um bom hábito e aceite da comunidade para que tenhamos uma cidade mais segura e mais cumplice para quem pedala. Por onde o manual está circulando e qual o retorno vc tem tido sobre esse material 

Devo dizer que as imagens do manual nos ajudam a vislumbrar uma cidade que você pedestre e ciclista deseja mas nem consegue mais imaginar, de tão viciadas que estão nossas cidades sobre planejamento urbano e a carrocracia. ter mais espaço em calçadas, melhorar nossa visibilidade e segregar espaços em vias de velocidades acima de 60km/h é como um sonho. Agradeço e convido a todos para acessar essa publicação.

Vamos lembrar que nos está imposto o distanciamento físico, e que respondemos num profundo movimento de coesão social

*INFORMES da CICLOIGUAÇU*

  1. Acabou de acabar, a 9ª edicão do Forum Mundial da Bicicleta sediada online pelos organizadores de Catmandu, no Nepal. Eu tive o prazer de participar e contar a experiencia de sediar o Forum Mundial da Bicicleta em Curitiba no ano de 2014 entre outras 36 sessões com 463 participantes em zoom de vários países e continentes. Diferente das outras edições, este Forum se aproximou mais da Asia e continua nos revelando o quanto nós temos muito em comum em nossas cidades. A cerimonia de abertura online abriu com ministro do turismo e encerrou com o Ministro da Educação do Nepal. Ainda dá pra ver as sessões que ficaram registradas na pagina do forum no facebook e no site www.fmb9.org (asian bike network)
  1. Vai acontecer no dia 30 de setembro, o Webinário Desafio Intermodal – traçando caminhos Será às 14h no Canal youtube Ciclovida UFPR com Objetivo de Discutir o Desafio Intermodal como ferramenta pedagógica e direcionadora de políticas públicas nas cidades e estratégias de aprimoramentos.
  1. FORUM DE MOBILIDADE ATIVA promovida pela Cicloiguaçu e universidades, também com o programa CicloVida, da UFPR será 100% virtual e colaborativo. Indicada para toda a comunidade com vários formatos de trabalhos  palestras, debates, rodas de conversa, entrevistas, performances, oficinas,ou workshops até dia 27 de setembro. Mais informações no site https://mobilidadeativa.org/  

FONTE:

SINDICADO DOS ENEGENHEIROS DO ESTADO DO PARANÁ http://www.senge-pr.org.br/noticia/mes-da-ciclomobilidade-tem-manual-para-adocao-e-boas-praticas/

**o arquivo é super extenso. ainda devo a fonte dessa pesquisa. esse é o problema de passar o programa com delay.

#1 programa de radio pedaleira “s oft reset” com fernando rosenbaum

#softreset #cultura930 #pedaleira #radioaovivo #patriciavalverde #tissavalverde #bicicletariacultural #gocycle.studio #ciclociguaçu #fernandorosenbaum #historiadabicicleta #curitiba #cicloativismo #interlux #faixapirata #crimeambientalnemapau #luispatricio

Dia 16 de setembro de 2020, as 17h começou ao vivo, um novo programa, o novo PEDALEIRA na Radio Cultura 930 AM com Patrícia Valverde todas as quartas feiras as 17horas.

CONVIDADO: Fernando Rosenbaum – artista, cicloativista, figura carimbada dos movimentos da bicicleta há mais de 10 anos; conta a história dos movimentos sociais que tornam, o mês de setembro, o mês da bicicleta no estado do Paraná!   

(…) E vejam quantas adaptações estamos fazendo. Quantas mudanças!? não é apenas este programa que está mudando. Tanto eu quanto você, estamos passando por mudanças, não é mesmo!? todos temos motivos para revisar algumas decisões e assim escolhermos o que fazer para que um bem maior aconteça. De 2019 pra cá, parece que faz muito tempo e talvez essa sensação venha porque de fato, agora é que viramos o século!

Então no programa PEDALEIRA do novo século, convido a um pensamento que encontrei no blog do meu amigo Luis Patricio, o SOFT RESET. Como ele está no Canadá, ficaremos então com essa locução em inglês que é bem compreensivel. Soft Reset é uma forma de olhar para coisas que podemos mudar. Quando apertamos o botão reset, queremos reiniciar algo que deu problema num trabalho.  E essa é a sugestão para evitar que tenhamos que fazer um Hard Reset, (mudanças mais cruciais e pesadas). Embora nos seja assustador pensarmos de uma nova forma, algo novo e não convencional, é num cenário como esse que é possível avaliar padrões tais como: de quem compramos nosso alimento?, qual é a relação que fazemos com a cidade que moramos? qual é o acordo que fazemos com outras pessoas para ocuparmos nossa cidade? E no transito, por exemplo,… nossa maior arena social!

Segundo o SIM, Sistema de informação de Mortes do Ministerio da Saúde, entre 2010 a 2019, o Paraná, é o 2º estado que mais perde vida de ciclistas em suas vias e estradas tendo a maioria das ocorrências ocorridas em Curitiba e Região Metropolitana*. Eis o setor que necessita de maior apoio, práticas inovadoras e ousadas para mudar. Esse é inclusive um assunto que cada vez mais se fortalece, aqui e no mundo. Enquanto o Brasil viu crescer em 7% a adesão por bicicletas, no ano de 2018; Curitiba aumentou em 11% o uso por bicicletas sendo que 80% desses ciclistas usam para ir e voltar do trabalho**. E olha que tudo isso era antes da pandemia, pois do mês de maio para cá, segundo a Aliança Bike, (organização nacional), a procura por bicicletas aumentou mais de 50% com intuito de usa-las como um transporte alternativo.

Portanto, estamos num cenario de mudanças e, juntos e juntas – conscientes de nossas necessidades e tambem de nossos deveres, co criaremos e estruturaremos uma cidade efetivamente segura e inteligente para podermos pedalar.  

Vamos lembrar que nos está imposto o distanciamento físico, e que respondemos num profundo movimento de coesão social.

Áudio disponível na rádio Cultura 930 AM:

PEDALEIRA – MÊS DA BICICLETA, SOFT RESET E ENTREVISTA COM FERNANDO ROSEMBAUM – EXIBIDO EM 16/09/2020

8’20” Entrevista começa com Fernando Rosenbaum

10’10” #ChegadadaBicicletanoBrasil

12’10” #HeróisdaBicicletaemCuritiba #cadernonostalgia #gazetadopovo #hermesmacedo #prosdócimo #100voltasemtornodaruibarbosa #praçaruibarbosa #AlcideLima #AdirRomeo

23’45” #MovimentoMassaCrítica #zonaautonomatemporaria #hakimbey #bicicletadas #criscarlson #CiclofaixaPirata2005 #ciclofaixa #ciclovia

#ARTEBICIMOB2007 #FundaçãodaCicloiguaçu2011  #LeiSetembroémêsdaBicicleta2012 #OrganizaçãodoFórumMundialdaBicicleta2014 #transformaçõessociaiseurbanas #ConstruçãodaPraçadeBolsodoCiclista #Dia22MundialsemCarro #ProjetoEntregaAmiga

*INFORMES da CICLOIGUAÇU*

  1. Comunidade está pedindo mais atenção dos órgãos de trânsito (DER, secretaria de obras e de habitação de colombo) na estrada da Graciosa, no bairro Canguiri em Colombo, altura do numero 6000, onde uma obra está obstruindo a ciclovia e pondo em perigo os ciclistas que passam e precisam desviar para a estrada para continuar a rota que é turística e histórica.
  1. Importante conexão cicloviária foi perdida com as obras da trincheira no bairro Seminário e população pede desvio cicloviário seguro. Segundo Cicloiguaçu, em junho deste ano foi protocolado e doado para a SMOB um projeto de desvio contemplando a mobilidade ativa envolvendo as ruas Arthur Bernardes e General Mario Tourinho, porém não foi aceito. Atualmente a reforma liberou uma faixa no asfalto para pedestres e ciclistas mas está tomada por carros estacionados. O pedido e sugestão é por sinalização e fiscalização. 
  1. Lembrando que obstrução em ciclovias trazem alto risco a ciclistas e pedestres. Art 181 do CTB sendo Infração – grave; com pena de multa e medida administrativa – remoção do veículo. http://vadebike.org/2004/08/o-que-o-codigo-de/comment-page-3/
  1. Mais de 400 respostas chegaram do mapeamento de ciclistas em Curitiba e Região Metropolitana promovida pela Cicloiguaçu. Objetivo é estreitar comunicação, conhecer melhor municípios vizinhos e desenvolvimento soluções que atendam pedestres e ciclistas. O mapeamento continua aberto até 30 de setembro. Deixarei o link nas nossa mídias e no site. Por enquanto ciclistas de 18 municípios responderam, maioria avaliou como mediana (40%) e desfavoravel (41%) as condições para ciclomobilidade em seu município. Desses, 50% usam eventualmente para se locomover entre os municípios; Então atenção aos órgãos Comec e Plano Diretor de Mobilidade da RMC

***

Eu sou Patricia Valverde, celebrando boas idéias para o cultivo de um corpo social.

Sou mãe, ciclista, produtora cultural, faço parte da coordenação da Cicloiguaçu, a Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu e , junto com Fernando Rosenbaum, a Bicicletaria Cultural. O que eu faço é apoiar e promover projetos que amplificam o conceito “mobilidade” fazendo é claro, um elogio á bicicletas.

Este programa PEDALEIRA começou em dezembro de 2019 com Cintia Duarte que está em outras plataformas, e continua com seus projetos sobre bicicletas de competição e esportes. Desejamos bons ventos pra você, Cintia, desejo boas realizações e avanços no projeto sobre segurança e ciclistas.

Já a GoCycle, chegou em Curitiba, pela mesma época e continua como patrocinadora deste novo programa. Este é o maior estudio de ciclismo indoor no Brasil, bem equipado, um modelo único aqui no Paraná e que possui aplicativo próprio disponível na loja do Google ou na Apple Store. Mas, assim como todes, fechou em março devido a pandemia, voltanto agora em agosto com normas obrigatórias de saúde, respeitando distanciamento, a higienização que era cuidada está mais rigorosa, uso obrigatório de máscaras, medição de temperatura na entrada, dentre outros procedimentos https://www.gocycle.com.br/ Local: Avenida Vicente Machado, 878

Siga nos nas redes sociais @cultura930 no youtube e instagram e www.cultura930.com.br/novopedaleira/ 

MÚSICAS

de fundo: música “Bangladesh Bike” da banda Naftalanja. Composição de Fabio Laskavski

vinheta do “Informe da Cicloiguaçu”: trecho “Tem que ter moral”. Composição Plá,

FONTES:

* Transcrevi esse programa com 1 mês de atraso e perdi o link dessa informação. Segue portanto material de base com dados contextuais https://www.onsv.org.br/19076-2/

** dados da Cicloiguaçu https://cicloiguacu.org.br/

9 anos bicicletaria cultural

“Desde o início da pandemia de coronavírus um serviço que até então passava quase despercebido aos olhos da maior parte da população tornou-se uma das atividades essenciais para garantir que produtos, mantimentos e alimentação chegassem até a casa daqueles que se mantêm em quarentena para se prevenir do vírus. Nos últimos meses os cicloentregadores tornaram-se uma classe extremamente necessária. Entretanto, tamanha relevância, na maioria das vezes, não se reflete no dia a dia desses trabalhadores que convivem com uma rotina extenuante de trabalho pedalando até 100 quilômetros por dia, muitas vezes além das 12 horas diárias, para tentar conseguir pouco mais de um salário mínimo ao mês. Além dos riscos que a própria pandemia impõe a esses grupos, os perigos de se rodar dentre os automóveis é outro desafio enfrentado regularmente.

Percebendo essa alta demanda e as necessidades de seus frequentadores, a Bicicletaria Cultural resolveu ampliar os serviços que já oferecia desde 2011 aos ciclistas e passou também utilizar sua estrutura para prover refeições diárias à categoria que, muitas vezes, se encontra numa situação paradoxal: quem vive de entregar comida não raro se vê passando o dia sem o próprio almoço.

“Uma das sócias do espaço, Patrícia Valverde, explica que o local já contava com um ambiente de convivência onde os trabalhadores têm à disposição um refeitório com micro-ondas para que possam esquentas suas marmitas, banheiro, vestiários, compartilhamento de ferramentas, locais de carregamento dos celulares, wi-fi, estacionamento para as bikes e armários para acomodar as sacolas de entrega. “Passamos a oferecer um serviço que de fato atende uma carência que vem dessa comunidade. Costumamos dizer que somos uma iniciativa privada para uma demanda pública”, diz.

A ideia começou a ganhar corpo após a parceria com um aplicativo da capital, porém, com o tempo, a colaboração acabou e a própria bicicletaria passou a tocar o projeto. Já a ideia das refeições surgiu após outra ação colaborativa, dessa vez com a ONG Gastromotiva, que passou a disponibilizar as marmitas aos cicloentregadores. “Sempre fomos esses lugar de apoio e de abrigo”, afirma Valverde. Todos os dias são ofertadas em média 50 refeições, que são anunciadas no grupo de aplicativo da Bicicletaria Cultural

Aumento expressivo no número de entregadores
Segundo a empreendedora, desde 2018 foi percebido um aumento expressivo no número de cicloentregadores e pessoas que trabalham com logística por meio da bicicleta, não só os que prestam serviços por aplicativos, como também entregadores de água, gás e outros produtos na região central da cidade. Se antes o perfil desses profissionais era prioritariamente formado por jovens, muitas vezes ainda em busca do primeiro emprego, com a pandemia a situação se inverteu. Com o crescimento do desemprego, tirando muitos profissionais do mercado de trabalho – alçados à informalidade -, atualmente grande parte desses ciclistas é composta por pais de família que viram na atividade uma forma de garantir o mínimo de renda necessária à própria subsistência. “O que a gente percebeu foi um aumento muito grande no número de entregadores e o perfil de pessoas que nos procuram está muito plural nos últimos meses”.

Com isso foram necessárias algumas adaptações para tornar o espaço mais adequado para esse grupo. Foram abertos novos recintos, além da ampliação de algumas estruturas já existentes. Tudo conforme as necessidades foram surgindo. “Fomos desenvolvendo essa afinidade, essa escuta da bicicletaria para as necessidades desses trabalhadores que começaram a ser cada vez mais frequentes aqui. Após a pandemia, passamos a nos preocupar em acessar esses grupos e fazer com que eles compreendessem que aqui é um espaço de apoio”, comenta a empreendedora.”

“Projeto Entrega Amiga
O projeto Entrega Amiga é uma ação de apoio coletivo para viabilizar a manutenção desse espaço de convivência e que também convida a sociedade a participar e a subsidiar alguma parte dessa estrutura. “Chamamos a sociedade para a responsividade social. Para que possamos todos prestar um tipo de apoio para essa categoria que se tornou um elo entre nós. Precisamos que eles tenham uma qualidade para a manutenção do próprio trabalho” diz Valverde.

Percebendo essa alta demanda e as necessidades de seus frequentadores, a Bicicletaria Cultural resolveu ampliar os serviços que já oferecia desde 2011 aos ciclistas e passou também utilizar sua estrutura para prover refeições diárias à categoria que, muitas vezes, se encontra numa situação paradoxal: quem vive de entregar comida não raro se vê passando o dia sem o próprio almoço.

Uma das sócias do espaço, Patrícia Valverde, explica que o local já contava com um ambiente de convivência onde os trabalhadores têm à disposição um refeitório com micro-ondas para que possam esquentas suas marmitas, banheiro, vestiários, compartilhamento de ferramentas, locais de carregamento dos celulares, wi-fi, estacionamento para as bikes e armários para acomodar as sacolas de entrega. “Passamos a oferecer um serviço que de fato atende uma carência que vem dessa comunidade. Costumamos dizer que somos uma iniciativa privada para uma demanda pública”, diz.

A ideia começou a ganhar corpo após a parceria com um aplicativo da capital, porém, com o tempo, a colaboração acabou e a própria bicicletaria passou a tocar o projeto. Já a ideia das refeições surgiu após outra ação colaborativa, dessa vez com a ONG Gastromotiva, que passou a disponibilizar as marmitas aos cicloentregadores. “Sempre fomos esses lugar de apoio e de abrigo”, afirma Valverde. Todos os dias são ofertadas em média 50 refeições, que são anunciadas no grupo de aplicativo da Bicicletaria Cultural

Políticas públicas
Na Câmara Municipal de Curitiba correm dois projetos de lei com sugestões para a regulamentação da atividade de cicloentregadores e normas para a prestação desse tipo de serviço. Dentre as propostas estão a obrigatoriedade de que as empresas forneçam o equipamento de proteção aos trabalhadores, como capacetes, coletes e dispositivos de sinalização e alerta nas bicicletas, além de espaços físicos com água potável, energia elétrica, banheiros e wi-fi. Medidas semelhantes já foram aprovadas em outras capitais do país, como São Paulo.

Segundo Patrícia Valverde, a falta de regulamentação, as condições precárias de relação de trabalho oferecida pelos aplicativos e mesmo a desorganização faz com que, muitas vezes, esse grupo acabe não se identificando como uma categoria legítima e deixe de questionar ou até mesmo identificar as próprias necessidades.

“De fato precisamos de alguma regulamentação que faça com que esses aplicativos participem do apoio a esses trabalhadores. Eles não são autônomos, pois não são completamente livres. As regras do mercado definiram um novo tipo de autônomo e eles não cabem bem nessa categoria. Eu diria que o cicloentregador é uma classe de trabalho que ainda está em desenvolvimento. É isso que vemos por aqui”, conclui.

Condições pioraram após a pandemia
Uma pesquisa recente da Universidade Federal do Paraná (UFPR) apontou para as mesmas impressões. De acordo com o levantamento da Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista (Remir), após a pandemia os cicloentregadores tiveram que se sujeitar a uma maior jornada de trabalho, menor remuneração e ausência de qualquer iniciativa das empresas para fornecimento dos equipamentos de proteção básica para se proteger da Covid-19.

“Os resultados foram analisados com base em 298 questionários online respondidos por entregadores de aplicativos das principais empresas de plataformas digitais no Brasil, como iFood, UberEats, Rappi e Loggi, em 29 cidades brasileiras, com concentração em São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Curitiba. Os entregadores entrevistados, na maioria, são homens (94,6%) que se reconhecem como brancos ou pardos (83,9%), com idade entre 25 e 44 anos (78,2%).

Mais de 57% deles afirmaram trabalhar acima de nove horas diárias, percentual que ampliou para 62% durante a pandemia. A jornada de 78,1% dos entregadores é de seis a sete dias por semana. Para os trabalhadores, o aumento da jornada está relacionado a novas contratações durante a pandemia, provocando a redução das chamadas para entregas. Dessa forma, eles passaram a trabalhar mais horas para manter a remuneração.”

por Jean Pecharki

fotografia | Theo Marques

fotografia |Douglas

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/curitiba/bicicletaria-espaco-apoio-descanso-ciclistas-entregadores/


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VIII FORUM MUNDIAL DA BICICLETA 2019 – Quito/ Equador

Há pouco recebi, aqui na Bicicletaria Cultural, a equipe BambooCycle, vindos da Cidade do México, e que por vez, nos conhecemos em Quito, Equador no VIII Fórum Mundial da Bicicleta. Entre tantos encontros, a Bamboocycle estava no patio do Centro Cultural Eugenio Espejo, construindo uma Tall Bike de bambu e divulgando seu trabalho e os workshops onde compartilha o know-how desse processo. 

Esta é uma, dentre as reverberações da viagem que continua espalhando oportunidades e conexoes por tempos e lugares imprevisíveis. A viagem foi possível pelo apoio, através de edital, da União dos Ciclistas do Brasil UCB e do parceiro apoiador, Banco Itau. Ainda sobre essa viagem, tivemos aproximação com a equipe argentina, eleita para organizar o X FMB em Rosario, Argentina (2021) e juntos fortalecemos o ponto cicloativista sulamericano, decidindo juntos a previsão da data – 1ªquinzena de setembro/ 2021.

São incontáveis os desdobramentos e conexões prósperas além do intercâmbio de informações e trocas de experiencias com os agentes transformadores em suas cidades e países, além é claro das palestras e cursos da programação, que colaborei com a pesquisa inédita e transdisciplinar “Para onde o sonho nos leva? – Balanço sobre o III FMB em Curitiba, 2014” no VIII FMB em Quito, de 25 a 28 de abril, 2019 apresentada sabado pela manhã (dia 27/04/2019)  contou com equipamento audiovisual e internet (embora esse quesito atrasou apresentação em 20minutos). 

Apresentei resumo de 8 estrevistas de lideranças como atual deputado Goura, o ex prefeito Gustavo Fruet, Ivo Reck, Yasmim Reck, André Feiges, Luiz Patricio (atualmente no Canadá), Priscila Maris, jornalista Alexandre Nascimento, Andreza Gambelli e professora Muriel (Paranaguá) para público de amigos, colegas, curiosos, equipe do município de Guayacquil, Equador e da equipe argentina que demonstrou interesse e dedicação na candidatura para sediar o evento.

Meu projeto foi selecionado pela UCB e seus apoiadores, devido a inédita abordagem sobre os desdobramentos numa cidade sede após 5 anos como Curitiba, no ano de 2014. Tamanha organização e mobilização popular, mesmo com evidentes particularidades entre cidades e culturas, indica que tal mobilização cicloativista desperta uma revisão urbanista coletiva e uma convocação à cidadania que, por sua vez, escorre para várias esferas com destaque a cultura e a arte. Assim, ativa um imaginário que reorganiza a atenção para a ocupação do espaço comum, questiona hábitos sedentários, segmentados e patrocinados e exige uma certa ousadia compartilhada. Outra esfera ativada é a convocação comercial e iniciativas artesanais entorno da ciclomobilidade em seu vasto campo com muito a ser explorado.

Ao apresentar depoimentos e desdobramentos factuais em outra cidade e cultura, revelaram-se afinidades latinas como aponta o artigo “frustração com economia” da Folha  e um trânsito similar de políticas públicas para mobilidade como a implementação do mesmo sistema de transporte público (o BRT), ciclofaixas delimitadas ao longo das canaletas e estímulo de velocidade sem prioridade para pedestres. Dificilmente teremos ligações causais com essa mobilização cicloativista, no entanto tanto em Curitiba quanto em Quito, reverberações muito extraordinárias se sucederam tais como, respectivamente um grupo de cicloativistas construíram uma praça pública transformando radicalmente o centro da cidade com massiva adesão da população e abertura de comércios e noutra cidade e elegeram uma liderança; uma grande mobilização popular eclodiu numa crise expandida pelo resto do país devido o aumento da tarifa de transporte público no final de 2018 e somando as sucessivas revoltas em países vizinhos como Bolívia e Chile.

Logo, o mais recente intercâmbio que fizemos foi com o grupo BambooCycle da Cidade do Mexico, presentes na ultima edição, e juntos promovemos o curso de construção de quadro de bicicleta com bambus. A oficina reuniu pessoas de 3 estados, preenchendo total de 8 vagas e cada qual saiu com know how e sua bicicleta escolhida pelo prazo de 3 dias, algumas já estão rodando e completas. Sigamos sensíveis a cultura e historia pois o impacto do movimento popular cicloativista não é previsível, porém é de uma comunidade hermana.   

1° CURSO DE CONSTRUÇÃO DE BICICLETA DE BAMBU em CURITIBA

JÁ PENSOU EM CRIAR A SUA BICICLETA …DE BAMBU!!

Participe do 1° CURSO para CONSTRUIR SUA BICICLETA DE BAMBU aqui na Bicicletaria Cultural nos dias 28 e 29 de fevereiro e 01 de março de 2020 com grupo experiente da Cidade do Mexico/ MX. Veja mais: https://bamboocycles.com/

bamboocycle1

Dentre os benefícios da bike de bambu estão sua originalidade, leveza e belíssimas cores e brilho. Nesse processo, você impacta na valorização da escala humana, revela trabalho de artesania e aquece circulação de material natural e ecológico.

A bicicleta que você construir vai ser exclusiva e será uma estensão consciente do seu corpo pois você terá dominado todo processo e fará uso dela com autonomia e funcionalidade.

bamboocycle3

O bambu tem como características resistência, resiliência e flexibilidade, e essas qualidades tornam sua bicicleta macia por absorver impacto e forte. Sim, a bicicleta de bambu é forte. O material usado é tratado e certificado pelo grupo BambooCycle vindo do México.

Participe deste 1º curso de construção de bicicleta de bambu!

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Vamos reunir seu entusiasmo e disposição com a expertise de Diego e Nacho e sairemos pedalando com nossas novas bicicletas no maior exercicio de autonomia e harmonia com o meio ambiente.

São poucas vagas e há muito o que fazer, mas não se preocupe! O material para construção do quadro será ofertado no entanto, você deve ter decidido qual garfo e qual roda completa traseira irá na bici de bambu. Sobre essas peças, nós da Bicicletaria Cultural podemos ajudar, e se te interessar, mando uma lista de nossos preços.

A inscrição está no valor de U$350 (segundo nossa atual cotação, sai menos de R$1500,00) para garantir uma vaga para você e mais 1 pessoa! Sim, você pode e é altamente indicado trazer um amigo ou amiga pra aprender e ajudar a construir sua bike pelo valor de 1 inscrição!

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Agora sim! Quitada e feita a inscrição pelo pay pal (ou se for  por boleto, precisa entrar em contato conosco – 41 31530022)  precisamos que preencha dados como sua altura, peso e tal e, qual será seu estilo. Você pretende montar uma de estilo speed, urbana, cargueira (!!) mountain bike, bmx ou infantil (yeah!)?

Participe, será uma aventura construir sua própria bicicleta.

Será o começo de suas melhores aventuras!

SERVIÇO:

Local: Bicicletaria Cultural. Rua Presidente Faria, 226 Centro 80020-290 Tel 41 31530022 bicicletariacultural@gmail.com

Data: 28 (das 16h as 21h) 29 de fevereiro e 01 de março (das 10h as 19h) de 2020.

Inscrição: USD $350 (aprox. R$1500,00) com direito a acompanhante. Pagamento preferencialmente pelo paypal (aceita cartões)

Ainda há vagas!

Veja mais!

 

 

SHOW DE TECO MARTINS dias 10 e 11 de outubro

π Teco Martins cantor e compositor das bandas Luz Ametista, Sala Espacial e RANCORE vem a Curitiba trazer o show de lançamento do seu novo álbum solo LOGOS SOLAR; evento intimista pra até no máximo 40 pessoas, proximidade total com o artista que vem acompanhando pelo Sanfoneiro e Percussionista paranaense Daniel Farah, tocando músicas de todas as fases da carreira, na Bicicletaria Cultural local muito agradável para ver o show, IMPERDÍVEL!

Ingressos Antecipados: R$25
Ingressos na Porta: R$35

***ATENÇÃO: DEVIDO A RÁPIDA VENDA DOS INGRESSOS PARA O SHOW DE QUINTA-FEIRA (Já estão quase esgotados, tem só mais 5), DECIDIMOS ABRIR UMA DATA EXTRA NA SEXTA-FEIRA!!! (não serão aceitas trocas de ingressos pros dias)

Garanta seu ingresso já pois são poucos !!!

INGRESSOS ANTECIPADOS P/ QUINTA-FEIRA https://www.sympla.com.br/-teco-martins-em-curitiba-pr__662016

INGRESSOS ANTECIPADOS P/ SEXTA-FEIRA
https://www.sympla.com.br/-teco-martins-em-curitiba-pr—data-extra__668852

Crianças até 12 anos e pessoas com mais de 45 anos entram grátis*

Exposição VER MELH® de LiberNet

VISITA a exposição VER MELH® de Libernet, artista gráfico de produção intensa em diálogo

com sua esquizofrenia e portador da síndrome de parkinson, a partir do dia 8 de outubro às 19:00.

Libero Nunes Neto formou-se em Desenho Industrial (CEFET-PR) e Cinema na Universidade Federal Fluminense/RJ.

Há 30 anos desenvolve uma linguagem própria em poemas, videos, performances e apostilas na qual ele

usa para se comunicar com o mundo, além de um refinamento gráfico e repertório de referências.

 

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Exposição de LiberNet é realizada em parceria com a Bicicletaria Cultural e o projeto #pró_inclusão criado por Alceu, irmão do artista.

 

 

Nessa caldeira polifônica, a exposição VER MELH® propõe a revelação de um dialeto próprio,

recombinado com o inglês, desconfigurando a língua portuguesa, conduzido pela sonoridade transcrita e

perturbando interpretações convencionais que são, segundo Libernet, semiUrgências

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Liber tem mais de 500 poemas de 1990 a 2019

 

 

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Além de poemas serão lidas e vendidas apostilas com seus textos 

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Colagem de 2000-2019

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estão expostas 20 pinturas (na foto), mais de 20 colagens e 30 poemas que vão sendo decifrados numa cumplicidade metafórica de humor e provocações. Todo trabalho é atuante e converte em reflexões sobre o mundo midiático em que vivemos, cuja matéria-prima são de revistas impressas recombinadas

No mesmo dia, 8 de outubro, também tem o lançamento do livro, um entre 7 livros de poemas já escritos

pelo autor, LILAZ, PERTO, VERDWE, AZUIS, VIOLETRA, DWOURADWO.

O livro VER MELH® é o primeiro a ser publicado e foi produzido de maneira independente pelos amigos

do #pró_inclusão, um projeto de apoio ao artista que se encontra isolado e sem conexão.

O projeto #pró_inclusão foi criado pelo seu irmão Alceu Chiesorin Nunes, experiente nas produções

literárias como diretor de arte da editora Companhia das Letras desde 2012.

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Tag com itens de apoio do projeto. As obras e apostilas estão a venda e você pode apoiar também.

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projeto criado por Alceu Chiesorin Nunes, de São Paulo

Entre 8 de outubro e 9 de novembro, a exposição ancora uma programação paralela gratuita para

atender a rica produção de Libernet na Bicicletaria Cultural e na Praça de Bolso do Ciclista.

Segue:

Dia 10/10 as 16h

performance Mantras Chacras Experimental de Libernet. Duração: 30min na Bicicletaria Cultural

Dia 11/10 as 18h30 exibição de video SimVela de Libernet. Duração: 40min na Praça de Bolso do Ciclista

Dia 15/10 as 10h30 criação aberta do trabalho Abstratos Concretos Simbolicos. Duracão: 2h. Na Bicicletaria Cultural

Dia 21/10 as 10h30

leitura de portfolio e apostilas Strow Tsonowra. Duração: 1h. Na Bicicletaria Cultural.

Dia 24/10 as 18h30

bate papo Converssssão. Duracão: 40min. Na Bicicletaria Cultural.

Dia 26/10 as 19h sarau de poesias Poezis com convidado Alvaro Posselt. Duracao: 1h. Na Praça de bolso do Ciclista

Dia 31/10 as 15h leitura de Kodigos win roteiros Cinemwatograficos. Duracao: 30m. Na Bicicletaria Cultural.

SERVIÇO

Exposição e programação cultural e artística VER MELH® de Libernet

Abertura dia 8/outubro as 19h

De 8/10 a 9/11

Programação Gratuita

Local: Bicicletaria Cultural (rua presidente faria, 226) Praça de Bolso do Ciclista (rua são francisco, s/n, centro)

Mais informações: 41 31530022

Curso de Panificação frances com BERNARD LAMARQUE

SIM, ELE VOLTOU! Este é um reencontro com o Atelier de Panificação Francesa do padeiro francês Bernard Lamarc, que há 5 anos esteve conosco e contribuiu nas atividades da construção da Praça de Bolso do Ciclista em 2014.

Lamarque retornou para Curitiba a convite da Padaria Família Farinha e, agora oferece pela amizade de 5 anos, 3 (três) encontros na Bicicletaria Cultural para colaborar com o negócio social que apoia ciclistas no centro de Curitiba desde 2011.

Dias 5, 11 e 17 de outubro Lamarque ensinará a fazer pão de boa digestão e com mais sabor pela fermentação austríaca (poulish), de massa lenta e diferente da tradição italiana de amassar pão. Assim o glúten completa seu processo. Bernard conta que o pão (trigo) é a proteína mais barata do mundo. Então pela saúde e digestibilidade, assim como o vinho, o whisky, o pão precisa de mais tempo! Obs.: sao poucas vagas! Traga sua fôrma.

Obs.: sao poucas vagas! Traga sua fôrma.

***

SERVIÇO

Atelier de Panificação Francesa com Bernard Lamarque e Ginette Rios

Data: 05/10 (das 14h as 16h) e dias 11/10 e 17/10 (das 18:30 as 20:30)

Ingresso: R $50 (incluso insumos)

Inscrições no local

Bicicletaria Cultural

End.: Rua Presidente Faria, 226 Centro

Mais informações: 41 31530022

1° XIZOLA – BIKE POLO

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Neste sábado dia 24 de agosto em comemoração aos 8 anos da BICICLETARIA CULTURAL, teremos o 1° XIZOLA.

Será uma competição em espaço reduzido de 2m x 2m com partidas de 1 contra 1.

Vai ser assim:

As rodadas acontecerão com 3 inscritos em 3 jogos de aprox 6minutos cada. Os resultados somam pontos no placar geral.

As inscrições para participar da rodada é da bagatela de R $5,00/ jogador

Para acompanhar esta tarde, das 14h as 22h mergulharemos na cultura do BIKE POLO com prints em camisetas (TRAGA SUA MELHOR CAMISETA) c/ músicas, chopp e lanches da cozinha vegetariana da Bicicletaria Cultural e vegana da OCA VEG.

SÁBADO 24/08 das 14h – 22h Local: r. Pres. Faria, 226 centro 41 31530022 (Curitiba)

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ENTRADA GRATUITA.

Participe da celebração dos 8 anos de subsistência do cicloativismo local.

ATENÇÃO:

No mesmo dia e endereço, as 16h, a Cicloiguaçu – Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu fará o lançamento do relatório produzido sobre a Av Afonso Camargo, local onde foi vitimado, Lucas Shurda. Este doc. balizará requerimentos para a adequação do local.

A CICLOIGUAÇU desenvolve de maneira voluntária, projetos, pesquisas e mediação com setor público desde 2011.

Visite, conheça, apoie e se associe!

MAIS SOBRE BIKE POLO:

βike pólo é um esporte criado no município de County Wicklow, na Irlanda, em 1891, pelo ciclista aposentado Richard J. Mecredy. Ele é semelhante ao polo convencional, com a diferença de que, ao invés de cavalos, são usadas bicicletas. No início do século XX o esporte cresceu tanto que chegou a ser exibido como demonstração nas Olimpíadas de 1908 em Londres.

O jogo é uma variação “livre” do polo equestre. No lugar dos cavalos e dos campos com grama, os jogadores “montam” bicicletas e disputam as partidas em quadras duras de cimento. Ainda não surgiram lojas especializadas na modalidade. Há um faça você mesmo na hora de criar os equipamentos. Os tacos são criados com o material que há disponível, geralmente um cano de alumínio ou um cabo de esqui parafusado a um cilindro de material resistente, mas já opções, como um taco profissional hj tá custando de 250 a 350 pila. Mas claro, sempre da pra fazer com materiais mais baratos. Os cavalos, são bicicletas single speed mais leves, sem marchas, mais baratas, simples e mais “ariscas”, no início, muitos certamente encontrarão certa dificuldade em manejá-la. Elas se caracterizam por usarem uma calota na roda dianteira para evitar que o taco entre.

Novas equipes despontam ao redor do mundo. Há representantes de bike pólo em países como os Estados Unidos, França, Índia, Alemanha, Paquistão, Malásia, Sri Lanka, Indonésia, Hungria, Austrália, Inglaterra, Argentina, Itália, Canadá, Suécia e Brasil.

O nosso time local é reconhecido como o mais tradicional do Brasil, Os Peixes Delirantes fazem parte da liga de bike polo de Curitiba, O time que, entre outros, conta com @doxlucchin, @chico_paes e @amareloucura @doug recentemente organizaram o 7° Campeonato Brasileiro de Bike Polo como um grandioso encontro da comunidade (julho/19). Houve colaboração da prefeitura de Campo Magro e a abertura para o desenvolvimento deste esporte na cidade. Em Curitiba há encontros semanais no Largo Isaac Lazzarotto, início da Av Sete de Setembro.

Bike Polo é um esporte ligado à cultura underground das bicicleta fixas que vem crescendo e se profissionalizando, a galera está na busca de organizar uma federação desta categoria.

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Acessível não somente para uma elite, mas para quem desejar praticá-lo, já se tornou um boom nas metrópoles mundiais, e é crescente o interesse em terras tupiniquins.

Os times são formados por 3 ou 6 integrantes dependendo do formato, mas são sempre 3 em quadra, num jogo 3×3. as partidas tem de 12 minutos de duração e o tempo pára sempre que o jogo é interrompido por algum motivo. no outro formato, com jogadores reservas (mas ainda 3×3) as partidas levam 30 ou 45 minutos com pausas durante o jogo.

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Os times são mistos, a predominância é masculina, mas as mulheres são cada vez mais ativas e hoje existe a liga feminina de bike polo, onde apenas mulheres jogam. O esporte esta cada vez mais organizado, e já conta com confederações continentais, e são disputados campeonatos mundias. neste ano, o Campeonato Mundial de Bike Polo será disputado em Córdoba na Argentina, e contará com a presença de times Brasileiros.

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Participe!

ENCONTRO DE CICLOVIAJANTES com Ernesto Stock

Nos encontros de Cicloviajantes trazemos heróis de suas proprias jornadas para trocarem suas vivencias. Nese próximo encontro, teremos o lançamento de livro e projeção de fotografias. São parte da programação do mês de aniversário de 8 anos da Bicicletaria Cutural. Ernesto Stock  em “A Fantástica Epopeia que não era”, é uma ficção inspirada em uma travessia de bicicleta entre o Atlântico e o Pacífico realizada em 2013. Esta edição terá a participação do professor e psiquiatra Renato Franco, que abordara temas referentes à relação entre o relato de viagem  e sua construção da narrativa apoiada na  memória.  
Esta é uma obra de ficção, livremente inspirada em uma expedição de bicicleta
que realizei em 2013 na companhia de dois amigos. Foram quase três meses
percorrendo o sul do Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Chile. Três mil quilômetros entre
o Oceano Atlântico e o Pacífico.
Concebido inicialmente como um relato tradicional, este livro cedeu
progressivamente à pressão dos personagens sedutores, dos encontros inusitados e da
tentação de forjar relações improváveis. O que a princípio se configurava como uma
vantagem narrativa, a verdade dos fatos e minha privilegiada visão de autor onipresente
sabedor dos fins e dos meios, terminou do avesso.
Conforme a história se desenvolvia e eu tinha que recorrer à memória para
descrever uma cena ou um acontecimento, talvez reais, percebia, cada vez mais, a
nulidade desse esforço. A verdade dos contornos e das formas escondia um mundo que
meu próprio olhar buscava, e minhas referências seletivas construíam, baseadas em
certezas falsas e imprecisas. A constatação do inevitável acabou por enterrar qualquer
tentativa de apego aos fatos. Esse processo é percebido e explícito no decorrer da
narrativa. Um livro de estrada, um romance de aventura, uma epopeia contemporânea
de tudo o que não existiu ou poderia. E também com todos os problemas do meio do
caminho.
Temos aí um ponto fundamental na construção deste livro: a questão da
memória e a sua fabulosa capacidade de inventar lugares e elevá-los à categoria de
verdades incontestes. Não tenho nenhum compromisso com outra verdade que não
seja a que as minhas referências e todo um emaranhado de lembranças
convenientemente inventadas pela minha imaginação possam apresentar.
O que garanto que sobra é o cuidado com que eu cultivo as histórias que vou
ouvindo e vivendo pelo meu caminho, e o lugar especial que reservo para elas na
construção do meu mundo inventado. Quando voltei da minha viagem de bicicleta, fazia
pouco mais de um ano que meu avô tinha morrido e senti muito em não poder dividir
toda essa experiência com ele. Um ano depois da minha avó, que durante anos foi
perdendo pouco a pouco todas as memórias de que tanto se orgulhava. Mesmo quando
não lembrava mais seu nome e nem se reconhecia no espelho, sentava em frente à
janela e cantava junto com meu avô uma infinidade de canções que descobriram juntos
em mais de sessenta anos de músicas. Todas as sensações que transbordam das
lembranças e dão sentido. Toda a força da memória. Esse livro é, sobretudo, um
presente para o meu avô.
Divirtam-se.

 

15/08 na Bicicletaria Cultural – 20h / rua pres. faria 226 – 4131530022 – GRATUITO

Encontro para familiarização de mecânica de bicicletas

Pedale com segurança e autonomia. Bicicletaria Cultural quer que você tenha conhecimento sobre a extensão do seu corpo junto à machina bicicleta, e esta potencialize sua locomoção para chegar onde quiser.

Há 8 anos desenvolvemos uma oficina com 180minutos. As edições são quinzenais.

Interessados em se familiarizar com os processos mecânicos da bicicleta podem se inscrever antescipadamente com valor de $45, na hora $50 O encontro é direcionado ao publico em geral c/ idade a partir de 14 anos, abre caminho para o uso de ferramentas para manter seu veículo em bom estado para garantir sua segurança.

A oficina é teórico-prática com somente 06 (seis) vagas.

Conteúdo:

quadros c/prática de tamanhos

pneus c/prática de medição

câmaras e valvulas c/prática de remendos

aros e raios c/ prática de centragem

cubos c/pratica de revisao de cubos

freios c/pratica de regulagem

corrente e cambios c/prática de regulagem

DATA: 06 de julho 2019

HORA: 15h as 18h Antecipado R$45

Mais um ciclo da bicicleta comunitária em Curitiba

Emocionante é o poder do desejo, da vontade e da união.

De setembro a novembro de 2016, estivemos chamando as pessoas mais queridas e próximas do coração e da Bicicletaria Cultural para juntos Ampliar a Colméia, já que ciclistas são polinizadores da urbe!

Em 2017 ficamos inquietos na atualização de um projeto mais adequado ao que foi arrecadado. Que fosse econômico e administrável. E nesse calor de tarefas abrimos o blogue bicicletariaculturalprojetos.wordpress.com pra lançar boas referências, protótipos e conforme ía se adequando á prática real, este link foi esquecido.

Em 2018, no seu ciclo de 7 anos de atividades – ciclo sempre emblemático, anunciamos as reformas com uma equipe generosa e dedicada. Vale a pena ver os breves registros do making off no fb, aqui e insta.

Hoje, ao revisitar os sites que administramos (ainda que tardiamente) reencontramos aquele link dos projetos e devaneios e, é impressionante como nossos desejos conspiraram e dialogaram, num processo de contaminação, com as novidades que estamos lançando nesta quarta, dia 28/março – junto a intensa programação cultural, integrante do Festival de Teatro de Curitiba 2018.

A seguir, as dicas e pretextos para que você nos visite e se emocione conosco nessa vida maravilhosa.

Juntos somos mais!

Mais bicicletas!

Mais segurança!

“Prefeito, preste atenção! Vc’stá andando na contra-mão!”

💃 Musica flamenca com o coração e improvisações de Pablo Vares, do Uruguai no show “Encruzilhada”.
Dias 28 e 31 março e, 4 de abril.

🎭 o retorno do monólogo “A Anta de Copacabana” – que ja foi destaque nacional na temporada que esteve conosco e se ainda não viu #naoperca
dias 28 a 30/março e 01, 03, 06 e 07/abril

🎭 🎥 O mesmo ator, Adriano Peterman, fará tambem a estreia de “Bernard Só” com texto de Luiz Felipe Leprevost com transmissão em tempo real pela internet nesta fanpage e na CiaTeatroPortatil, transformando a obra em um híbrido entre o teatro e o audiovisual.
Dias 28, 30, 31/ março, 01/abril e continua direto de 3 a 8/abril.

🎭 sabe a origem desse símbolo aqui?Pensa num trabalho totalmente imerso na poetica teatral!! Eis a peça “Rapsodos”, um recorte do texto “Ilíada” de Homero e um resgate à Grécia Antiga, quando rapsodos duelavam na abertura das Olimpíadas pela interpretacao mais virtuosa. Com o querido e dedicado A.Peterman, Maureen Miranda e Stella Maris Moreira
dias 28, 29 e 31/março; de 2 a 6/abril e finaleira dia 8/abril.

🐞🐝《 esses é q são “Os Monstros”

na exposição em aquarela s/papel e acrilica s/ materiais reciclados de Maureen Miranda. Encantada desde criança (e quem não?) eis uma lupa sobre os insetos. Belíssimos trabalhos que inauguram novo ambiente e deliciosas novidades.
De 28/março até 8/abril ………………….🐜

💭📚 Pode contar que sempre sempre estaremos com crianças por perto. E desta vez o convite é para o lançamento de 15 belos livros da “Coleção Genoma” da Editora DVS, reunindo narrativas sensíveis e ilustrações da talentosa Maureen Miranda que adorariam serem coloridas pelos talentos mirins. Talvez vc conheça alguns autores, veja quais: Bruno Garcia, Carla Böhler, Fabíula Nascimento, Hilton Castro, James McSill, Leandro Daniel Colombo, Leonardo Medeiros, Letícia Spiller, Pablito Kucarz, Ricardo Severo, Rô Milani, Rodrigo Ferrarini, Rubens Caribé, Simone Spoladore e a ilustradora.
Lançamento dia 4/abril.

E quer assistir COLETIVO EL CAMINO reunido? Então venha com o coracão✊na forma de um punho fechado…

🎤🎶 Performance musical e poética com a força que o nome traz “Punho Fechado”. No elenco está Letícia Spiller, Adriano Petermann e Maureen Miranda, com música de Neco Yaros e Pablo Vares e Flavio Jardim.
De 29/março a 2/ abril e de 6 a 8/ abril.

Temos espaços intimistas,
garanta seus ingressos!

Aulas gratuitas de violão em Curitiba

A partir do dia 6 de maio 2019, Letícia Farinhuk e Danilo Ribeiro, ministrarão aulas gratuitas de violão, Os encontros acontecerão na BICICLETARIA CULTURAL, Rua Presidente Faria 226 em frente a Praça de Bolso do Ciclista.

É necessário realizar prévia inscrição através do telefone com whats (41) 31153-0022, voltado para todas as idades, os encontros serão segundas-feira, das 9 horas ao meio-dia. não é necessário conhecimento prévio, porém o aluno deve possuir violão.

Letícia Farinhuk e Danilo Ribeiro, são estudantes do quarto ano de bacharelado em música da faculdade de artes do Paraná.

Pré Carnaval com BLOCO Xô Miserê

Dia 28 de fevereiro, na quinta feira de pré carnaval – as 20h, temos o TRIO XÔ MISERÊ a convite de CHICO PAES na voz e violão, com SAULO SOUL na percussão eletrônica e LAURO RIBEIRO no trombone. Artistas dessa terra das araucárias com groove, mpb e samba animado por quem observa nossa cidade e nosso tempo.
 
O encontro da Bicicletaria com o samba de João Francisco Paes, Chico Paes, data desde o comecinho em 2012, ainda com a banda EletroVeraCruz. De estilo poético e altamente habilidoso no violão, suas composições e canções são um mar de referências dos mestres sambistas brasileiros como Baden Powell, Dilermando Reis, Villa Lobos, Raphael Rabello e outros como Chico, Caetano, Hermeto e Tom Zé.   
SERVIÇO:
Pré Carnaval do trio Xô Miserê 
com Chico Paes (voz e violão), Saulo Soul (percurssão eletronica) e Lauro Ribeiro (trombone) 
 
Local: Bicicletaria Cultural
Endereço: Rua Presidente Faria, 226 – Centro, Curitiba
Data: 28 de fevereiro de 2019 das 20h as 23h
Ingresso: 10,00
TAGS #samba #carnaval #mpb #compositoresbrasileiros #precarnavalcuritibano @saulo.music @lauro_so @chico_paes
Tem estacionamento para bicicletas, lanches rápidos e bebidas.
* * *

Cartaz XÔ MISERÊ 28/2/2019 as 20h

BICICLETANDO NA OFICINA DE MUSICA 2019

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A Oficina de Música de Curitiba recebe no dia 20 (domingo) o Bicicletando na Oficina, é a segunda edição deste evento que difunde esta incrível programação aos ciclistas. Este ano o trajeto leva a diferentes pontos da cidade com shows musicais em cada parada. O Bicicletando inicia na Capela da Glória as 9h da manhã deste domingo, e segue para o  Bosque do Papa. O dia tem ainda programação com orquestras e apresentação com sintetizadores analógicos.

Confira a programação completa do dia 20 de janeiro

Às 8h30h  é concentração na Capela da Glória

saída as 9H30

10h30 chegada no bosque do papa

10h50 saida do bosque do papa

11h15 chegada parque sao lourenço

11h45 saida parque sao loureço

12h15 chegada praça de bolso do ciclista
Bicicletando na Oficina
Misturando música e um passeio ciclístico, o Bicicletando sai da Capela da Glória depois de show d’A Banda Lyra Curitibana; no Bosque do Papa, acontece um pocket concerto do pianista Wim Van Moerbecke; no Parque São Lourenço, o Trio Harmônicas de Curitiba é quem embala a programação; o encerramento acontece na Praça de Bolso do Ciclista às 12h30, com a Bananeira Brass Band.
o evento é totalmente Gratuito tem o apoio da Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu, do Setran, Prefeitura de Curitiba , Icac e Fundacao Cutural de Curitiba

PARA ALUGAR BICICLETAS PARA ESTE EVENTO AO CUSTO DE $30 LIGUE 4131530022

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Celebrando boas idéias para o cultivo de um corpo social