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TRANSPOSIÇÃO BICICLETARIA CULTURAL JARDINAGEM LIBERTARIA COLETIVO INTERLUX

MANIPULAÇÃO DE PLÁSTICOS

Neste sábado a BICICLETARIA CULTURAL em sintonia com a SEMANA LIXOZERO, promove um encontro fantástico sobre a ERA DO PLÀSTICO.

Vamos mergulhar na historia deste material que se encontra até desde o fundo do oceano até dentro de nossas víceras.

Iremos Experimentar como termoldar polimeros plástico , reutilizando o material produzido pelo  humano mais abundante na face da terra.

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ABAIXO ASSINADO PELA CONTINUIDADE DAS POLÍTICAS DE CICLOMOBILIDADE LOCAIS

Pela continuidade da política de ciclomobilidade em Curitiba

     A mobilidade urbana é fundamental para o bom funcionamento da cidade, qualidade de vida dos citadinos, além de ser um importante instrumento de direcionamento do crescimento urbano. A Política Nacional de Mobilidade Urbana traz como uma de suas diretrizes a “prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado”, filosofia que deve ser respeitada para uma boa harmonização da cidade.

Estamos em período eleitoral e, neste contexto, a mobilidade urbana se torna um tema ainda mais saliente. Em Curitiba, pudemos perceber uma abertura e esforço da gestão atual em incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte, respeitando a diretriz acima citada.

No entanto, os dois candidatos concorrentes à prefeitura no segundo turno são de oposição à atual gestão, o que gera – não se pode negar – uma grande preocupação por parte do cidadão ciclista e das entidades envolvidas com a causa, pela possibilidade de retrocesso nas políticas existentes em benefício deste modal.

Desta forma, por meio deste abaixo-assinado, pedimos o respeito à diretriz da Política Nacional de Mobilidade Urbana e a continuidade das políticas em prol dos meios não motorizados. Dentre elas, destacam-se as seguintes:

1.       A implantação da Bicicleta Pública, já em andamento (URBS);

2.       A implantação de paraciclos em diversos pontos da cidade, principalmente nos terminais de ônibus (SETRAN);

3.       Os projetos de “Vida no Trânsito” que estimam uma redução de 50% na mortalidade no trânsito até 2020;

4.       A manutenção da “Área Calma”, realizando os devidos aprimoramentos para que se consolide como uma zona diferenciada na área central da cidade (SETRAN);

5.       A manutenção das “Vias Calmas” nos eixos estruturais da cidade, expandindo-se essa infra-estrutura para o sul e oeste (IPPUC, SETRAN, SMOP);

6.       A produção e implanção de projetos cicloviários (IPPUC, SETRAN, SMOP);

7.       A existência de setores especializados e um corpo técnico dentro dos órgãos municipais com foco na bicicleta e mobilidade não motorizada (IPPUC, SETRAN);

8.       Campanhas educativas, informativas, de distribuição de equipamentos de segurança e do Guia do Ciclista atualizado anualmente (SETRAN, SMCS);

9.       Bicicleta nas Escolas (SETRAN e Secretaria de Educação);

10.   O MoU (Memorandum of Understandings) Holanda até 2020, projeto de parceiria entre Brasil e Holanda sobre mobilidade (SETRAN, IPPUC, URBS, PUC, UFPR, UTFPR, UP, IBQP, Fiep, CicloIguaçu);

11.   O aprimoramento e ampliação da rede de ônibus com transporte de bicicletas (SETRAN, URBS);

 

Este abaixo-assinado será entregue para:

  • Candidatos a prefeitura de Curitiba

Leia a carta

NESTE SÁBADO RESTAM VAGAS CURSO MECANICA

Tradicional curso de mecanica acontece na BICICLETARIA CULTURAL quinzenalmente,  Fernando Rosenbaum ministra um encontro que falimiliariza @s participantes com processos mecanicos dos biciclos. São enfocados conteudos historicos e praticos do uso ferramental e dos ajustes finos, tudo com muita interação e proximidade. Após o encontro @ participante poderá utilizar a oficina comunitaria para desenvolver sua aptidoes.
Sábado dia 8 agosto, as 15:00  investimento $30.

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ECONOMIZE USE BICE

Fácil e pratico a bicicleta é sem dúvida o veîculo mais eficiente e econômico ja criado pelo sapiens. Em tempos de corte de gastos, invista na ciclomobilidade e saia pedalando , sua economia alcança $250 por mês.. Aqui na bicicletaria temos veiculos comunitários e unidades usadas para comercializar.

BOTAR BOCA NO TROMBONE – REUNIÃO COM SETRAN

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MOTIVOS PARA VIR A REUNIÃO DA 17H30
  •  tem idéias para melhorar o trânsito
  • está insatisfeito, e quer que arranjem soluções
  • quer contar um causo curioso
  • precisa jogar na roda uma demanda
  • quer saber como que se desenvolve benfeitorias e tomar conhecimento atravancos.
Prezados,

Na próxima segunda-feira, 26 de setembro, a Coordenação de Mobilidade Urbana no Trânsito, da Secretaria Municipal do Trânsito (SETRAN) vai realizar a reunião mensal com ciclistas, e seria muito importante contar com a sua presença. Destacamos que o encontro será realizado na Bicicletaria Cultural (Rua Presidente Farias, 226) no mesmo horário de sempre.

 

Serviço:

Reunião Mensal com os ciclistas

Data: 26/09/2016

Horário: das 17:30 às 19:30

Local: Bicicletaria Cultural (Rua Presidente Farias, 226)

Maiores informações: 3221-2174

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COMO JOINVILLE SE TORNOU CIDADE DAS BICICLETAS

Nos anos 1970 a difusão do uso do meio de transporte alternativo na cidade foi tema de reportagens de jornais de circulação nacional

Na semana em que as atenções se voltam para reflexões e ações relativas ao trânsito, e a bicicleta volta a ser apontada como um meio de transporte limpo e saudável, o ND foi atrás da história da bicicleta na cidade, para tentar entender como surgiu o título de “Cidade das Bicicletas”. Nos anos 70, o termo “Cidade das Bicicletas” foi incorporado a Joinville e o assunto foi tema de reportagens de jornais de circulação nacional. O Jornal “O Globo”, de 1º de setembro de 1972, exibiu reportagem de uma página dando destaque ao hábito de pedalar e a cidade com menor índice de enfartos no país – os médicos associavam ao bom estado físico dos moradores, já que pedalar queima a gordura prejudicial ao organismo.

“Recente pesquisa feita pela Univille indica três bicicletas a cada domicílio”, conta Valter Bustos - Luciano Moraes/ND
“Recente pesquisa feita pela Univille indica três bicicletas a cada domicílio”, conta Valter Bustos – Luciano Moraes/ND

 

Em uma das maiores fábricas da cidade, eram 4.000 operários ciclistas. Dizem, inclusive, que foi em Joinville que surgiu o termo “bicicletário”. Em função do grande número de funcionários que usavam bicicletas, as fábricas construíram estacionamentos específicos.  E para incentivar o hábito, algumas indústrias mantinham, também, equipes de ciclismo. Em horários de saída das fábricas e do comércio, era possível presenciar congestionamentos de bicicletas. Algumas das placas de trânsito eram destinadas apenas a ciclistas.

As marcas utilizadas eram as mais variadas, como as famosas alemãs Durkopp e Goricke, além de Centrum, Hunber, Norman, Maraton, Prosdócimo, Rabereic, Kroon, Caloi, Bristol, CM, Guliver ou Monark – algumas nacionais, outras importadas.

O único museu da América Latina

Joinville sedia o único museu da bicicleta da América Latina. É o MuBi, que fica na Estação da Memória e recebe mais de 15 mil visitantes a cada ano. São cerca de 16 mil itens que dizem respeito à história da bicicleta: desde pequenos souvenires até bicicletas antigas, montadas e que reúnem inúmeras curiosidades. Para o coordenador do museu, Valter Bustos, o uso da bicicleta continua em alta em Joinville.

“Recente pesquisa feita pela Univille indica três bicicletas a cada domicílio”, conta. Além da utilização do veículo para o trabalho, o lazer e o cicloturismo também estão inseridos no cotidiano do joinvilense. Em todos os dias da semana, grupos se organizam para passeios ciclísticos, de acordo com os interesses e disponibilidade, segundo Bustos. E mais: turistas paulistas, cariocas, mineiros e de outros locais do país procuram a cidade para andar em suas trilhas, apreciando a natureza local.

Conforme o pesquisador, a partir de 2007, com o carro mais caro e o transporte coletivo deixando a desejar, o joinvilense resgata a ‘zica’ como um fator de economia. Com cuidados mínimos de manutenção, a bicicleta tem uma vida útil de 15 anos, se muito usada. “É durável, acessível, de baixo impacto econômico e não polui o ar”.

Bustos descobriu que o apelido “zica” nasceu no dia a dia das pessoas e é uma forma carinhosa de se referir ao meio de transporte. “Não sabemos como surgiu. Se perdeu no tempo”, diz. Para ele e para muitos joinvilenses, não importa como ela é chamada, a bicicleta vai ser sempre lembrada pelos momentos de liberdade em dias de lazer ou pela praticidade e economia no dia a dia de trabalho.

Hoje, Joinville tem 146 quilômetros de extensão de ciclovias. Segundo a Prefeitura, a projeção é aumentar, até 2025, para 730 km de extensão. “Quase 12% dos deslocamentos são feitos por bicicletas, índice muito acima da média nacional, que é de 1,75%. O objetivo é atingir um índice a 20%”, explica Diego Piffer Rosa, gerente de Imprensa da prefeitura. Como não existe mais o registro das bicicletas, o órgão não tem estimativa oficial do número delas na cidade.

Relação bicicletas x habitantes de Joinville

1950 – 9.795 bicicletas – 46.550 habitantes

1972 – 70 mil bicicletas – 126 mil habitantes

1987 – 100 mil bicicletas – 350 mil habitantes

Fonte: Arquivo Histórico de Joinville

CHEGOU O LIVRO DO BLOGUEIRO MAIS CONHECIDO

O ciclista esclarecido

ansiedade no trânsito, motoristas perigosos e outros obstáculos no caminho para a transcendência sobre duas rodas

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O uso da bicicleta como meio de transporte alternativo nos centros urbanos já é uma realidade, e a prática tem atraído dezenas de novos adeptos a cada ano. No entanto, aqueles que pedalam para se locomover pela cidade ainda encontram diversos obstáculos em seu caminho para a mobilidadesobre duas rodas: escassez de ciclovias, motoristas descuidados, pedestres desatentos e companheiros ciclistas que cometem gafes como “salmonar”, “pegar vácuo” na roda alheia, ou que apresentam um comportamento excessivamente competitivo no trânsito, engajando-se em corridas até o próximo sinal vermelho.

Em “O Ciclista Esclarecido”, Eben Weiss, o blogueiro nova-iorquino por trás de bikesnobnyc.blogspot.com, onde escreve sob o pseudônimo de BikeSnobNYC, lança um olhar crítico sobre diversos aspectos relacionados à cultura da bike como meio de transporte. Com seu humor característico, alguns comentários ácidos e uma linguagem leve e descontraída, o autor apresenta as dores e as delícias de locomover-se de bicicleta, distribuindo conselhos muito necessários e propondo a seguinte questão: se nos tornarmos transeuntes melhores, isso nos fará ser pessoas melhores?

Uma leitura indispensável para todos os ciclistas urbanos, que certamente se identificarão com diversas situações narradas e poderão repensar algumas de suas atitudes; e também para aqueles que ainda não adotaram a bicicleta como meio de transporte, mas enfrentam o trânsito das grandes cidades, compartilhando esse espaço com os que se locomovem sobre duas rodas, e que, após a leitura deste livro, poderão começar a considerar seriamente mudar a forma como transitam e, quem sabe, até mesmo entrar neste universo dos “Transeuntes Eleitos” que circulam de bicicleta.

Visite a página do livro no Facebook clique aqui

Autor: Eben Weiss
ISBN: 978-85-86368-22-0
Gênero: Ciclismo
Páginas: 240
Formato:  12,5 x 17,8 cm

CHEGOU O MAIS FAMOSO GUIA DA BICICLETA.

Vá de bike

Um guia radicalmente prático para você andar de bicicleta

capa-va-de-bike-releaseQuantos de nós já não viram ciclistas paramentados dos pés à cabeça, de capacete e roupa de lycra em cores berrantes, que parecem estar prontos para as Olimpíadas?

Para Grant Petersen, “andar de bicicleta é menos um mergulho com cilindro de oxigênio e mais uma pelada”, e a indumentária é dispensável se seu objetivo é fazer um passeio leve e divertido. Você pode usar roupas de ciclistas profissionais – especialmente se quiser pertencer a alguma tribo de ciclistas –, mas isso não é necessário para pedalar bem. Uma simples camisa de algodão e uma bermuda, por exemplo, ventilam melhor e permitem uma pedalada mais do que confortável.

Em Vá de bike – um guia radicalmente prático para você andar de bicicleta, Petersen desmistifica essa e inúmeras outras pré-concepções que temos sobre o ciclismo, demonstrando por meio de suas próprias experiências que pedalar é algo fácil e prazeroso, e assim deve permanecer.

Com seu know how o autor nos apresenta ao mundo dos ciclistas profissionais e amadores, poupando o leitor de firulas e indo direto ao ponto; a ordem é simplificar. Por exemplo, ele dá dicas para que você prepare seu corpo para ser saudável e aproveitar mais a sua bike. O mesmo vale para a escolha dos acessórios: priorize o conforto. Por que parecer um corredor profissional, em vez de, simplesmente apostar mais na diversão? Toda e qualquer escolha será bem-feita se for baseada na simplicidade. Este é o lema de Petersen.

Vá de bike é organizado e escrito de forma prática e sagaz, que reflete as ideias de Petersen a propósito do ciclismo. Capítulos como ‘Pedale como uma fada, não como um boi’, ‘Aviso: seu sinalizador pode matá-lo’ e ‘Como fazer sua família odiar bicicleta’ mostram um lado menos convencional – e chato – do ciclismo, ilustrando a ‘velosofia’ do autor: “Sua bicicleta é um brinquedo. Divirta-se com ela.”

A bicicleta deixou há muito de ser uma simples alternativa aos meios de transporte convencionais ou uma forma de lazer para representar um verdadeiro estilo de vida. A Shimano, uma das principais expositoras no Cycle Fair 2013, realizada de 7 a 10 de novembro em São Paulo, expressou grande interesse de investimento na América Latina, especialmente no Brasil – a projeção de crescimento desses países é de até 15% para este ano, enquanto a previsão para o resto do mundo é de 4%. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicleta, Peças e Acessórios (ABRADIBI), o mercado de bicicletas é o que mais cresce no mundo, e o mercado brasileiro corresponde a mais de 50% do latino-americano. Aqui são produzidas 6 milhões de bicicletas por ano, e a frota circulante é de 80 milhões. O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo, atrás apenas da China e Índia, e o quinto maior consumidor de bikes.

Em outro movimento importante, o jornal Valor publicou recentemente matéria sobre a compra da Caloi, maior fabricante de bicicletas brasileira, que domina 40% do mercado, pelo grupo canadense Dorel, que tem como objetivo promover o abastecimento dos mercados nacional e internacional por meio de exportações. A empresa tem um centro de tecnologia e logística em Atibaia (SP), e sua fábrica em Manaus, a maior unidade industrial de bicicletas fora do sudeste asiático, produz mais de 700 mil unidades por ano.

Tais dados demonstram que o ciclismo tem encontrado cada vez mais adeptos, graças a seu caráter versátil, que promove desde a redução da poluição até o bem-estar físico e mental de seus usuários. Para os apreciadores de bicicletas que sempre quiseram se dedicar ao ciclismo e a uma vida mais livre e de qualidade, Vá de bike é o guia indicado para a iniciação nesse estilo de vida baseado na simplicidade.

Visite a página do livro no Facebook clique aqui

Autor: Grant Petersen
ISBN: 978-85-6294-818-3
Gênero: Ciclismo e Esportes
Páginas: 248
Formato: 11,5 x 22,8 cm

fonte: http://lexikon.com.br/va-de-bike

DIA DA FALA PIRATA!!!!!

AHHHHOY!

OLHA AQUI SEU BAGRELO  QUE CHEIRA OSTRA VELHA. SEGUNDA FEIRA É O DIA PORCARIA DA FALA PIRATA. TIRE SUA TRANQUEIRA DESSA CADEIRA E JORRE UM JARGÃO PIRATA!

SE NÃO FOR DA TUA ALÇADA CLIQUE PARA APRENDER, SENÁO PEGA AQUELE ESCOVAÃO!

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  • Ahoy! – “Olá!”
  • Altear as Cores! – Erguer a Bandeira Pirata antes de atacar. Também é um grito de batalha.
  • Amarrar – Para parar ou cessar imediatamente. Normalmente utilizado dentro de um contexto enojado como: “Amarre essa conversinha de verme da terra!”.
  • Amores ou Camaradas – Colegas ou amigos.
  • ARRRRRRR! – Isso normalmente é confundido com “arrrgh”, que é, claro, o som que você faz quando se senta numa tachinha. “Arrrrrrr!”, como “Aloha”, significa uma variação de “sim”, “concordo”, “Estou feliz”, “Estou adorando esta cerveja”, “Meu time vai ganhar tudo”, “Vi você na televisão, e foi uma bosta!” e “Essa foi uma observação interessante”. Existe uma miríade de possibilidades para o Arrr!
  • Aye! – “Sim!”
  • Aye aye! – “Eu compreendo o que você disse e atenderei ao seu pedido!”
  • Baderneira – Um nome para mulheres. Não é educado, mas também não é rude.
  • Basta!. – Parar e dar atenção. Esta palavra, como muitas do vocabulário dos piratas, tem muitos significados. Ela também pode ser utilizado no lugar de: “Wow! Pegue um pouco daquilo”, “Dê uma olhada”, “Não”, ou “caia fora”.
  • Beleza – O melhor pirata possível conversa com mulheres. Sempre precedido de “meu”, como em “Vem cá minha belezinha”, ou até mesmo “minha belezinha robusta” para aquelas particularmente bem arredondadas. Você ficará surpreso com a eficiência de tais termos.
  • Berrante – Um instrumento musical utilizado por marujos no mar e uma dança. Um berrante tem muitas possibilidades cômicas. “Tem um berrante em seu bolso ou você está feliz em me ver? Ou ambos?”.
  • Buraco de rolha – É o buraco num barril de madeira, normalmente fechado com uma rolha. Para tomar o que há no barril, a rolha deve ser retirada do buraco do mesmo. Dizer, “Bem, meus amores, vamos ver o que sai desse buraco de rolha” normalmente será acompanhado pelo barulho de corrida vindo de cidadãos do século 21. Yay! Lá vem um almoço!
  • Carga mãe – refere-se a maior quantidade de espólios devidamente localizada.
  • Castigo do Mar – Uma morte feia, de fato. O pirata é amarrado por uma corta na frente de um navio que se move rapidamente. Então, ele é arrastado pela quilha, ou canto no fundo do navio. Ele normalmente é atingido por cracas que sobem. “Você receberá o Castigo do Mar” daria medo em qualquer pirata.
  • Certo – OK ou compreendido. Também significa “Você entendeu?”.
  • Cores – A bandeira pirata, com muitas variações. Designada para amedrontar o oponente, que muitas vezes nem mesmo lutaria.
  • Escorbuto – Bem, é claro, é uma aflição horrível que destrói bucaneiros; este é motivo pelo qual o suco de limão é adicionado na água. Portanto, chamar alguém de “rato de fossa com escorbuto” é pior do que xingá-lo de “rato de fossa”.
  • Espólios – Tudo de valor que um pirata possa roubar.
  • Grogue – Uma bebida alcoólica, normalmente rum diluído em água e suco de limão. Neste contexto, você poderia usá-la para se referir a qualquer bebida alcoólica diferente de cerveja. Falaremos disso mais tarde.
  • Inteligentemente – Fazer algo rapidamente. Inteligentemente, hein” poderia servir para pedir mais uma rodada num bar. A garçonete ficará impressionada e poderá cuspir em sua cerveja.
  • Meretriz – Uma mulher, garota ou garçonete. Também pode se referir a plebeias.
  • Mostre uma Perna! – Frase para acordar um marujo. “Mostre a perna!, já está amanhecendo, seu verme com escorbuto!”.
  • O Armário do Davy Jones – Onde as almas de piratas afogados vão.
  • Pode contar com isso! – “Pode apostar!”
  • Poste – Não é conveniente prender os marujos, mas o poste serve como castigo para os desobedientes. “Amarre esse cão no poste”.
  • Rato de fossa – A fossa é o menor nível do navio. Ela é carregada com água pegajosa e suja. Um rato de fossa, portanto, é um rato que vive no pior lugar do navio. Piratas, como suas contrapartes modernas (caras normais), amam brincar e xingar seus camaradas. Um bom pirata sempre chama os camaradas de “ratos de fossa”.
  • Senhorita – Um nome para mulheres, normalmente mais educado e romântico.
  • Senhorita Lucy – Um apelido para mulheres atraentes, mais educado do que usar ‘meretriz’; normalmente é utilizado para falar sobre mulheres, e não diretamente a elas.
  • Suculenta – Sexy.
  • – “Estar”, como em “Eu tô indo ficar mais grogue, ele tá indo ficar mais grogue, e eles tão indo ficar mais grogues”.
  • Trema os meus cascos! “Bem, estarei lá”, ou “É só isso?”. Originou-se do impacto de bolas de canhão no navio.
  • Verme – (ou verme da terra) O Verme é um pobre marujo, e um verme da terra é um marujo excepcionalmente ignorante. [1] Num lugar onde todos estejam conversando como piratas, o verme é sempre um insulto.

Dicas

  • Quanto mais exibido você for, mais sucesso terá como pirata – oras, este belo marujo pode se tornar capitão!
  • Alto e sujo: estas são as palavras da ordem na linguagem dos piratas!
  • Não se preocupe se as pessoas não o entenderem. Apenas pisque um olho (o olho bom, o outro deve estar coberto por um tapa-olho) e gesticule significativamente com a cabeça, como se eles houvessem compreendido o que foi dito. Dizer “Ayeeeeee” suavemente e arrumar o bigode também os faz “compreenderem” aquilo que antes parecia ininteligível.
  • Arrrr! Ao praticar saudações, diga coisas como “As bênçãos Dele estão sobre ti, cão sarnento!”.

PSICOLOGIA NO TRÂNSITO, AGORA !

Hoje, quinta-feira (15), a Comissão de Psicologia do Trânsito do Conselho Federal de Psicologia (CFP), irá promover o seminário “Psicologia do Trânsito: Possibilidades e Desafios de Atuação”. O evento acontecerá no prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Praça Santos Andrade, em Curitiba.

O objetivo do Seminário é apresentar o campo de atuação profissional em questão e qualificar a atividade de avaliação psicológica para Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entre os participantes estão pesquisadores, técnicos e gestores de órgãos públicos e da sociedade civil nas áreas de Trânsito e Transportes.

A programação conta com palestras sobre a situação, o comportamento e a avaliação do trânsito. O seminário, “Psicologia do Trânsito: Possibilidades e Desafios de Atuação”, já passou pelas cidades de Belo Horizonte (julho), São Paulo (julho) e Palmas (agosto).

O evento é gratuito, e direcionado aos profissionais de Psicologia, e abertos a estudantes, agentes de trânsito e demais interessados.

Para fazer a inscrição, acesse: http://bit.ly/2c4Ic4M

Projeto de lei prevê que estacionamentos particulares reservem obrigatoriamente espaço para bicicletas —

Estacionamentos privados de Curitiba podem ser obrigados a reservar vagas para bicicletas. É o que prevê um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de Curitiba. Segundo o texto, o valor máximo cobrado poderá ser de até 20% do valor pedido por carros de pequeno porte. A proposta determina que os estabelecimentos comerciais deverão […]

via Projeto de lei prevê que estacionamentos particulares reservem obrigatoriamente espaço para bicicletas —