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52º Podcast PEDALEIRA

Capacetes – o que dizem ciclistas e fabricantes

Esse é o título, mas o tom mesmo do que falamos não está traduzido nessa chamada. O programa desde o começo aponta a polêmica entre usar e não usar, suas razoes e condições, afinal estamos sem garantias cientificas que garantam a segurança do capacete mas temos, sim uma enxurrada de depoimentos e experiencias que sustentam assim, a necessidade do uso de  capacete de ciclistas.

Ao sair, você faz uma espécie de gestão de risco em todos os momentos de decisão, logo, quando vai pedalar, não é diferente. Verifica na bicicleta os freios e as rodas, o assento e alguns apertos, fecha o ziper das bolsas e …se coloca ou não capacete? Ouça o podcast com Patricia Valverde na Radio Cultural 930 e as polêmicas sobre o uso de capacetes. Alguns países são obrigatórios, mas aqueles de referência em ciclomobilidade, não são. E por que alguns ciclistas optam em usar e outros em não usar?

Henrique Jakobi @jkbiik é designer pela pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2013) e mestre em Tecnologia e Sociedade pela UtFPR (2018), atuando principalmente em design thinking, segurança viária, design urbano e ciclomobilidade, vias auto explicativas e design sustentavel. criador do website https://curitopia.wordpress.com/

Capacetes funcionam em determinadas condições, mas não evitam as colisões.

Ciclista Felipe (enfermeiro) abordado por Fernando Rosenbaum na Bicicletaria Cultural, habituado a usar por causa do filho e de testemunhar TEC no trabalho (trauma cranioencefálico) #consciencia #bomexemplo

Ciclista (seu) Walmor abordado por Fernando Rosenbaum na Bicicletaria Cultural, foi atingido por motorista há 4 anos e precisou de cuidados #capaceteéfundamental

Ciclista Rafaela (estudante de medicina) abordada por Fernando Rosenbaum na Bicicletaria Cultural, onde foi buscar apoio logo após ter sofrido uma colisão  #vamosusarcapacetegalera

Ciclista Gustavo Gavião @gaviaogustavo (tecnólogo) abordado por Patricia Valverde na Bicicletaria Cultural, sofreu duas colisões e viu que o capacete minimizou seus danos e destacou a qualidade dos capacetes inclusive aqueles com iluminação acoplada.

Porque será?

Porque países de referencia em ciclomobilidade não obrigam o uso, e quais são as características do trânsito em países que obrigam o uso de capacetes de bicicleta?

Enquanto evidenciamos maior adesão pelo uso de bicicletas, questoes sobre segurança se intensificam num corpo social cujo elenco são cidadãos, agentes de trânsito, engenheiros e a mídia. Logo, o uso do capacete divide opiniões, inclusive se deve haver obrigatoriedade ou não.

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pelo podcast Pedaleira com Patrícia Valverde
  • Capacete consegue proteger 60% dos casos de colisões de danos leves e medios, seguindo suas condições limitantes.

The helmet does not prevent bicycle crashes (see the SWOV fact sheet Cyclists for general bicycle safety measures). International research shows that in case of a crash helmeted cyclists are 60% less likely to sustain serious head/brain injuries and 70% less likely to sustain fatal head/brain injuries than cyclists not wearing a helmet. (…) Bicycle helmet effectiveness is based on case-control studies, which is the prevailing method of study for this subject (see below for more information). In addition, biomechanical studies, studies involving computer simulations, and time series analyses have been done (…) Only a few studies find indications that cyclists wearing helmets will behave less safely, or that other road users will do so in their presence (behavioural adaptation), but most studies do not find any evidence of these unintended adverse effects. FONTE: https://swov.nl/en/fact-sheet/bicycle-helmets (Institute for Road Safety Research)

  • O uso da palavra acidente pressupõe a inevitabilidade do fato. Há de se considerar certo viés “carrocêntrico” quando artigos científicos fazem uso dessa palavra para denominar atropelamentos de ciclistas. Sendo assim, pode-se concluir que há certa falta de consideração com a gravidade do ocorrido por parte desses autores, fato que pode comprometer suas análises e conclusões. (…) Dados, apesar de serem quantitativos e cuja informação pode ser usada cientificamente, não representam a totalidade dos acidentes, atropelamentos e quedas sofridas por ciclistas. (…) existe uma falta de dados (desde testes de bancada como perícia no local do acidente) que representem as condições reais sofridas por ciclistas em casos de atropelamento e quedas. FONTE: Capacete de bicicleta – O mito da segurança na Revista dos Transportes Públicos – ANTP – Ano 39 – 2016 – Davi de Souza Martins (Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia / Mecânica e APÉ – Estudos em Mobilidade. dsmartins@usp.br & Marina Harkot (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP/ Departamento de Planejamento Urbano Regional. #MARINAVIVE (link do progrma sobre marina harkout)

#bicicletaseletricas #ciclomotores #visaozero #mobilidadesustentavel #segurançaviária  #patineteeletrico #direçãoconsciente #responsabilidade #keepcalm @ivanmendes @lobicicloturismo @curitopia

O foco não é capacete, nem educação, nem lei… Mas é como ESTÁ a sua exposição ao risco.